quarta-feira, 3 de abril de 2013

Dias Ferreira deixa apeado Guilherme Aguiar



Dias Ferreira carrega a frustração de os sportinguistas nunca lhe terem reconhecido capacidades suficientes para liderar o clube, mas também de não ter a credibilidade da irmã. Na verdade, Dias Ferreira sempre "viveu" de programas desportivos e como "cara" do Sporting. Demasiado pouco para quem tem um ego tão grande. Rui Gomes da Silva pode ser, e é, em alguns casos excessivo, inoportuno, fundamentalista. Tudo isto é verdade, mas Dias Ferreira não sai do programa O Dia Seguinte em choque com Rui Gomes da Silva, sai porque já não conseguia conviver com a sua falta de importância no programa. Paulo Garcia não foi feliz na troca de palavras que teve com Dias Ferreira, mas teve a coragem de o confrontar e de lhe dizer que há posturas que não podem ser toleradas. E mais, teve o mérito – enorme – de não se deixar amedrontar. Resta o consolo para Dias Ferreira de que a CM TV o possa vir a convidar nos próximos dias para ser comentador desta nova televisão… e então vai passar a falar para 4 mil pessoas. Com maior prejuízo fica José Guilherme Aguiar, que desta forma perde a sua habitual boleia para Carnaxide, ficando assim explicada a convergência de posições que houve durante todos estes anos…

Um juiz no seu labirinto




As dívidas de Rui Rangel já não são uma invenção de quem quer denegrir a imagem de um juiz em plena campanha para a presidência de um clube de futebol. Não, essas dívidas existem e foram assumidas por quem foi lesado pelo fraco carácter de alguém que, pela sua profissão, devia ter um comportamento exemplar. Já se percebeu que não tem, mas também não tem vergonha porque continua a apregoar e a reclamar transparência e rigor em programas de televisão e artigos de jornal. 80 mil euros é um valor assinalável, mas bastava serem 1000 euros ou 50. A verdade é que os relatos de dívidas se acumulam, mas a vergonha não toma conta do juiz que continua a aparecer, como se nada fosse, em revistas cor-de-rosa. Num país sério, o juiz já teria deixado de ser juiz e as televisões e os jornais que ainda lhe dão guarida já o teriam convidado a sair. Isto seria o que se passaria num país sério que, infelizmente, não é o nosso.

O presidente carica


Quem viu o vídeo do então candidato à presidência do Sporting a 19 de Março, no núcleo de Tires, não estranhou os saltos e os pulos de Bruno de Carvalho no final do jogo em Braga. O novo presidente do Sporting comporta-se como um adepto deslumbrado que está a viver o sonho de uma vida: viajar no autocarro da equipa, poder ir ao balneário, ir ver um jogo no banco da equipa. Como um adepto a quem saiu um prémio numa carica de refrigerante, Bruno Carvalho comporta-se como um Juve Leo e não como presidente. O olhar incrédulo dos jogadores perante a insistência de Bruno de Carvalho em cumprimentá-los de forma efusiva como se tivessem ganho o campeonato ou um qualquer outro jogo que tivesse dado um título ao clube de Alvalade. Não é este o comportamento que os sportinguistas esperam do seu presidente, e depois de ver o vídeo de Tires dificilmente haverá investimento russo no Sporting. Para Bruno de Carvalho, a Rússia é um país terceiro-mundista e ele deixa isso bem claro nas suas palavras. Inexperiência, deslumbramento ou ambos, a verdade é que os dias de saltos e pinotes vão acabar depressa.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Pássaros

Bruno de Carvalho vive ainda o momento de excitação de um adepto que brinca a presidente de clube. Escolheu um jogo da B para começar a passarear sobre o futebol português prometendo acabar com os pássaros que nele gravitam.

A confirmar-se essa paixão pela ornitologia, vamos ver como é que vai lidar com a passarada que esvoaça por Alvalade, nomeadamente dois passarões avençados. O primeiro, de nome Duarte Moral, que escreve no Público e no Record, espécime que, além do seu volume, se caracteriza pela total ausência de ética, alimentada pela alpista que o dono lhe serve. Outro, Fernando António, que anos e anos esvoaçou pela antena da TSF e que agora pratica o seu jornalismo em ca(u)sa própria.